sexta-feira, 9 de maio de 2008

Vou apertar - e acender AGORA!

Foto: O tiozinho, ex-fumante, mas que achouo máximo e registrou. O Cris, eu, o Johnny que faz caricatura e a moça que vendia DVD piratas até que um mané resolveu denunciar à PF. Hum! (

Não é a 8ª maravilha? Um fumódromo inteligente e bem no meio do evento? Pior que a gente fica meio parecido com bicho enjaulado: e la vem os antitabagistas chatos encher o saco. E eu pergunto: quandofoi que eu mudei minha rota para me virar em frente a ums er desconhecido e questioná-lo por qual motivo ele não estava fumando?
E então pq diabos eles sentem-se no direito de fazer isto comigo?
Aff...
Achei o máximo! Quero um deste na redação.
Ps*: Já notaram que os fumantes são bem mais sociavéis e legais que o resto do mundo? Olha este flagra de um curioso enquanto eu e o Cris (Biólogo de Cabreúva), fazíamos amizadis com o povo!!!
Frase do dia: Ambientalista que é ambientalista leva sua canequinha no barbante. (Logo, não sou!) - Desculpaaaaaaaaaaaaa Criss, não podia passar sem essa! rs

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Pérolas do boteco do K-re-k

"Mudanças qui mata é o esquecimento global?" Panzzzzzzzzz

(Frase proferida ontem. Eu ouvi! Eu ouvi!!!. E não é que faz sentido???)

quarta-feira, 7 de maio de 2008

A todos e aos tolos

Boa noite a todos e todas que agora lêem este manifesto. Sim, isto é um manifesto de "Abaixo ao uso do todos e todas nos cumprimentos". Apenas hoje, das 373940.97400 autoridades que me saudaram em algumevento. Todos e todas, sem excessão, usaram a frase inicial que mais me causa calafrio. E eu fico esperando - cheia de esperança - degustando frase por frase, na esperança de que, depois do:
- Boa tarde a todos....eles emendassem com "presentes", e pronto! acabaria a história. Mas eles teimam em achar, em algum lugar da formação, alguma informação que os ensinou que o correto, educado e que é bom para o moral, como diz Santa Rita Cadillac, é usar o "todos e todas".
Imagino que, lá no íntimo, eles gozam baixinho a soberba do "politicamente correto" de não ter discriminado a mulherada presente. Elaiiiiiaaaa. E vamos dividir em gênero que assim está tudo bem!
E vai um adendo a todos e a todas - pq já estou gostando disso - que é ano político e isso deverá se propagar feito praga mesmo. Feito as lagartixas sem rabo que deram de me fazer cia. Aviso a todos e a todas que até estou me simpatizando com as branquelas. Inofensivas, mas nojentas. E a Fernanda Ikedo com toda sua sabedoria oriental me ensinou - depois de um chá verde com bolachas Maria - que não adianta tentar cortar o rabo delas que eles crescem. Bom, não sei para o que serve esta informação, mas vai que alguém tenha esta fissura também!

Enquanto a ministra do "relaxa e goza" arruma a franja na hora do Hino Nacional e o Lulinha dá calote no povinho, a bendita da Marina Silva não fala para eu saber se ela também é adepta do "Todos e todas" também.

Vamos reforçar: Todos os presentes. Todas as pessoas. Ok! Mas pq diabos todos -os homens - e todas - as mulheres???? E os indecisos? E os Pans? E o que eu tenho a ver com isso???

Vou ouvir a Chalana, pq ela aumenta a minha dor, mas é sem querê! rs

Com um T bem grande para mim

Começo a entediar. São 21h37. Começo a lembrar que hoje é quarta-feira. Encontros na Sandra. Que é Sandra mesmo e não tem X. E Sorocaba tem frio, ou teve pelo o menos. E eu de blusinha de ir comprar pão no mercado.
Deveria estar assistindo a solenidade de abertura. Assisti médio. Politicagem me dói os ossos. Me vê aí mais uma, gelada, claro, está quente aqui!
E eu pergunto, como está a Roberta agora em Sampa? E se ela ficar fria, cinza e não olhar mais nos olhos da gente? E se ela começar a ficar solene e agradecer a cada "oi" que enviarmos via orkut?
Pq diabos estou pensando em tudo isso?
Neste momento, trocaria meu café-da-manhã colonial por um café preto, em copo americano, um dia fraco, outro dia doce, tomado em pé e às pressas no Martinho.
A noite me complica a visão.

Em Brasília, 19h.

Foto: Assessoria MMA - Todo dia é dia de índio, né nêga??

Eu não atrasei o Check-in (morra de inveja Junaeeee!) e não perdi o vôo. Encontrei a Adriane Galisteu na sala de embarque (e ela é pequenininha e tem uma pele muito suspeita). O sensor da porta de embarque acusou meu Trident de canela, meu isqueiro azul e minha caneta BIC que estavam no bolso, mas não apitou para o relógio reluzente do tamanho do que meu bisavô tinha na sala, mas o sensor não apitouuu! E eu lá, tirando meus "bens" de alta periculosidade enquanto a loira passava com aquela arma. (Um minuto de silêncio para quem paga mico em aeroporto - hum!).

Ao meu lado, um ser engravatado - cara de quem pega vôo à Brasília - começou a passar mal. E vá desafrouxar a gravata, tirar aliança, suar, suar, fazer massagem nas mãos, na careca. Se virar de um lado, para o outro...e a caipira sou eu, nééééé mundo? Sei...

Não fiz amizade com o careca neurótico de glândulas sudoríparas em plena atividade. Mas do outro lado o executivo da Febraban foi mais bacana, e me pediu para ler o artigo dele. Quase passei o valor da leitura no final da empreitada (leitura de avião mesmo, igual comida de Hospital, enfim...), mas velhinhos simpáticos são difíceis de achar hoje em dia. Ele ficou com meu último Trident e eu o contei o caso "Galisteu". Ele não falou mais comigo. Acho que não gostou,rs.


Em Brasília 18 graus centígrados às 22h de terça-feira. E eu encapotada. Ninguém me esperando. Esqueceram de mim. Lembrei que os jornalistas não teriam translado e teriam que se virar com táxi. Claro, os que não sabem fazer "amizadis". Vim na janelinha e tudo do translado dos gringos da Conferência - buniiiiiiiiiita. E meu amigo Salomão, o motorista, me apresentou toda a cidade, me levouem uma peregrinação aos hotéis que não eram os meus e me emprestou o celular para eu realizar 3409.367740. ligações.


Aí meus amigos venezuelanos não tinham cigarro. Virou minha moeda. Um cigarro por um dedo de prosa enquanto a organização procuravam resolver o que fazer com a boneca aqui. Já sei tudo sobre a via Campesina e a versão do meu amigo Chávez sobre o outro Chavez...rs. Fiquei sem cigarro,mas tudo bem.

Quando vieram me resgatar já passava das 0h. O Jairo, conhecem o Jairo? É de Goiânia mas está trabalhando em Brasília. Mas na verdade é de Minas. E os pais vieram do Nordeste. Como a maioria. Mais uma peregrinação na cidade de cimento. Quando achamaos, enfim, meu hotel, descobri que dividiria o quarto com uma outra jornalista chamada Xandra. Entenderam? Xandraaa. Ou tem um dr de mais ou os pais são japa. Enfim...falei para o cara do hotel: Eu vou dormir com uma Xandra? Ele riu e quando fui tomar café hoje de manhã continuava no processo ainda.

Mas a Xandra foi embora hoje. E se tudo der bastante errado (pois se der certo volto pra casa depois do coquetel e de ouvir o Almir Sater em sua Chalana, sem querer). Conheço um bom buteco e volto pra ala Sul. Para o meu quarto 414, sem precisar dormir com a luz do corredor acesa.

Amanhã falo sobre as oficinas e a estrutura. Meu crachá vem em um saquinho. Acho que perdi meu celular e paguei R$5 em um cigarro, acreditam?

Pior é que não tem Bradesco aqui....E eu tenho mais R$2..hehehe. Aprendendo economia da casa dos corruptos,rs.

Beijos